terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Eu sei que se eu quiser voltar atrás, eu posso. Eu sei que ninguém vai me cobrar ...além de mim. Mas é que essa cobrança interna é a pior, sabe? É dela que tantas e tantas e muitas vezes a gente acaba virando prisioneira.
Eu sei que se eu quiser voltar atrás, eu posso. Vez ou outra me dá vontade, mas... não parece ter muito senso. E a gente pode usar a literatura e citar Alice Ruiz pra celebrar a vibração das coisas e desprezar o sentido último, mas... ah! Quando se tem certeza da direção e do caminho, continuar vagando a esmo parece uma atitude de burrice extrema (...)
(Elenita Rodrigues)

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